<rss version="2.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
<channel>
<title>Meu Paraná News - Seu portal de notícias!</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br</link>
<description>Meu Paraná News</description>
<language>pt-br</language>
<atom:link href="https://www.meuparananews.com.br/rss.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/>
<item>
<title>Comissão aprova notificação obrigatória de diagnóstico de câncer</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-aprova-notificacao-obrigatoria-de-diagnostico-de-cancer</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-aprova-notificacao-obrigatoria-de-diagnostico-de-cancer</guid>
<description>Projeto continua em análise na Câmara dos Deputados</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/comissao-aprova-notificacao-obrigatoria-de-diagnostico-de-cancer.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275560" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275560">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Silvia Cristina: a efetividade das ações dependem de dados confiáveis, tempestivos e integrados</div>
</div>
<p>A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga laboratórios, clínicas e hospitais, públicos ou privados, a comunicarem diagnósticos positivos de câncer em sistema oficial do Ministério da Saúde.</p>
<p>O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Silvia Cristina (PP-RO), para o Projeto de Lei 5452/25, do deputado Márcio Jerry (PCdoB-MA).</p>
<p>A proposta original foi alterada para incluir regras específicas para as operadoras de planos de saúde. Pela proposta, as operadoras deverão garantir que sua rede credenciada também cumpra a obrigação de notificar os casos confirmados ao governo.</p>
<p>Segundo o autor, o objetivo central é reduzir a falta de informações sobre a incidência da doença no país, o que prejudicaria o planejamento de ações de prevenção e tratamento.</p>
<p>A relatora acrescentou que a participação da rede privada e das operadoras de planos de saúde nos diagnósticos é grande, mas esses dados costumam ficar fragmentados e geram subnotificação.</p>
<p>"A efetividade das ações de saúde depende diretamente da existência de dados confiáveis, tempestivos e integrados", afirmou Silvia Cristina.</p>
<p>O projeto aprovado altera a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1998/lei-9656-3-junho-1998-353439-norma-pl.html">Lei dos Planos de Saúde</a> e a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2012/lei-12732-22-novembro-2012-774660-norma-pl.html">Lei dos 60 Dias</a>. O texto também reforça que o tratamento das informações deve respeitar a <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2018/lei-13709-14-agosto-2018-787077-norma-pl.html">Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)</a>, garantindo a segurança dos dados dos pacientes.</p>
<p>Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:42:49 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova direito de advogada gestante, lactante ou adotante de adiar audiências e julgamentos</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-aprova-direito-de-advogada-gestante-lactante-ou-adotante-de-adiar-audiencias-e-julgamentos</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-aprova-direito-de-advogada-gestante-lactante-ou-adotante-de-adiar-audiencias-e-julgamentos</guid>
<description>A proposta segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/comissao-aprova-direito-de-advogada-gestante-lactante-ou-adotante-de-adiar-audiencias-e-julgamentos.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275525" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275525">
<div class="midia-creditos">Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Jack Rocha: a proposição fortalece a proteção dos direitos das mulheres advogadas</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2237/24, que garante à advogada gestante, lactante ou adotante o direito de adiar audiências ou sessões de julgamento. O benefício é voltado para casos em que a profissional seja a única advogada responsável pelo processo.</p>
<p>A proposta, da deputada Natália Bonavides (PT-RN), altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2015/lei-13105-16-marco-2015-780273-norma-pl.html">Código de Processo Civil</a>. O objetivo é assegurar condições de trabalho adequadas para as advogadas, protegendo seus direitos reprodutivos e promovendo a igualdade de gênero no ambiente jurídico. De acordo com a autora, a legislação atual nem sempre é suficiente para garantir o adiamento em situações de gravidez ou parto.</p>
<p>A relatora, deputada Jack Rocha (PT-ES), recomendou a aprovação do projeto. “A proposição fortalece a proteção dos direitos das mulheres advogadas, em especial no que diz respeito à maternidade, conciliando o exercício da profissão com o direito de vivenciar a gestação e os cuidados iniciais com a criança recém-nascida”, afirmou.</p>
<p>Jack Rocha também ressaltou o papel social da proposta no combate à desigualdade. Ela disse que o projeto contribui para combater práticas discriminatórias e para criar condições mais justas de atuação no campo profissional.</p>
<p>Próximos passos
A proposta segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O projeto tramita em caráter conclusivo e, se for aprovado pelas comissões, poderá seguir diretamente para o Senado sem passar pelo Plenário da Câmara, a menos que haja pedido para isso.</p>
<p>Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, ser sancionado pela presidência da República.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Fri, 22 May 2026 12:41:48 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Cármen Lúcia vota por derrubar flexibilização da Lei da Ficha Limpa </title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/carmen-lucia-vota-por-derrubar-flexibilizacao-da-lei-da-ficha-limpa</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/carmen-lucia-vota-por-derrubar-flexibilizacao-da-lei-da-ficha-limpa</guid>
<description>Ministra foi a primeira a votar. Demais magistrados têm até 29/5 para se manifestarem em plenário virtual.</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/carmen-lucia-vota-por-derrubar-flexibilizacao-da-lei-da-ficha-limpa.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta terça-feira (22) por derrubar a flexibilização da Lei da Ficha Limpa, aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado, para limitar o prazo de inelegibilidade de políticos condenados. </p>

<p>Para a ministra, as alterações “estabelecem cenário de patente retrocesso” e devem ser consideradas inconstitucionais por violarem princípios essenciais da República, como os da probidade administrativa e moralidade pública. </p>


<p>“O Supremo Tribunal atua no sentido de afastar por antijurídicos quaisquer comportamentos e atos que impeçam, dificultem ou embacem a probidade administrativa e a moralidade pública inerente ao regime republicano.”</p>


<p>Em outro trecho, ela afirmou que “não pode participar da vida política-eleitoral quem descumpre as normas constitucionais e legais”.</p>

<p>>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>

<h2>Julgamento</h2>

<p>O Supremo começou a julgar nesta sexta-feira (22) uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) que questiona as modificações promovidas na Lei da Ficha Limpa.</p>

<p>O julgamento ocorre em plenário virtual. Os demais ministros têm até o dia 29 de maio para votar. </p>

<p>Única a votar até o momento, Cármen Lúcia é relatora da ADI aberta pelo partido Rede Sustentabilidade no mesmo dia em que a nova legislação foi sancionada, em 30 de setembro do ano passado. </p>

<p>O processo ficou parado por quatro meses no gabinete da ministra antes de ir à votação no plenário. O resultado é aguardado com ansiedade pela classe política, pois deve surtir efeito já nas eleições de outubro deste ano. </p>

<p>A decisão do Supremo pode frustrar candidaturas como as do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, do ex-deputado federal Eduardo Cunha e do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda. </p>

<h2>Novas regras</h2>

<p>As novas regras para a Lei da Ficha Limpa foram aprovadas no sentido de restringir o alcance temporal da inelegibilidade para políticos condenados por mais de um juiz. </p>

<p>Antes, o prazo inicial de oito anos de inelegibilidade contava a partir do fim do cumprimento da pena e sem limite máximo de tempo para a perda dos direitos políticos. </p>

<p>Por exemplo, se um político fosse condenado a dez anos de prisão, na prática permanecia 18 anos sem poder se candidatar. </p>

<p>Agora, o prazo de inelegibilidade passa a contar do momento da condenação, excluindo o tempo de pena do cálculo.</p>

<p>A nova lei também limita a 12 anos o prazo máximo que políticos poderão ficar sem disputar eleição no caso de condenações múltiplas. </p>

<p>Ou seja, se uma primeira condenação ocasionar o afastamento por oito anos e uma segunda condenação ocorrer no último ano do prazo, o novo afastamento valerá somente até que se completem 12 anos da primeira condenação, não havendo a abertura de uma nova contagem de oito anos após a segunda condenação. </p>

<p>Cármen Lúcia votou por derrubar todas essas alterações:</p>


<p>“Nesse sentido, as alterações específicas às als. b, c, e, k e l do inc. I do art. 1º da Lei Complementar n. 64/1990 que modificaram o termo inicial da contagem de prazo de inelegibilidade são incompatíveis com o modelo constitucional democrático e republicano.” </p>


<p>Matéria ampliada às 12h09</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Fri, 22 May 2026 12:41:45 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova tempo 50% maior em provas para alunos com TDAH e dislexia</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-aprova-tempo-50-maior-em-provas-para-alunos-com-tdah-e-dislexia</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-aprova-tempo-50-maior-em-provas-para-alunos-com-tdah-e-dislexia</guid>
<description>Projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/comissao-aprova-tempo-50-maior-em-provas-para-alunos-com-tdah-e-dislexia.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275492" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275492">
<div class="midia-creditos">Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Diego Garcia: medida permite pleno desenvolvimento desses estudantes</div>
</div>
<p>A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou projeto que assegura aos alunos com dislexia, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e outros transtornos de aprendizagem um tempo 50% maior para concluir provas ou trabalhos.</p>
<p>A medida vale para todas as escolas e faculdades do país (públicas e privadas).</p>
<p>As avaliações poderão ser aplicadas a esses estudantes de forma dividida (fracionada ou seriada), ao longo dos dias ou das semanas.</p>
<p>O texto aprovado é a versão do relator, deputado Diego Garcia (União-PR) para o Projeto de Lei 2471/24, da deputada Clarissa Tércio (PP-PE).</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=3134705efilename=SBT+2+CE+%3D%3E+PL+2471/2024">Confira a íntegra do texto aprovado</a>

<p>A proposta original previa adaptações no formato de prova e mais tempo para alunos com transtornos de aprendizagem, mas sem especificar o adicional temporal de 50% e a possibilidade de aplicação fracionada.</p>
<p>"O projeto aprovado nivela as condições avaliativas. Trata-se de medida essencial para que os estudantes possam desenvolver plenamente suas capacidades e demonstrar suas aprendizagens com equidade", afirmou o relator.</p>
<p>Próximos passos
O texto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

<p> </p>
<div id="infografico-container-1162261" style="width: 100%;"></div>
<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Fri, 22 May 2026 11:41:15 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>SUS: lei garante atendimento a crianças e adolescentes em saúde mental</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/sus-lei-garante-atendimento-a-criancas-e-adolescentes-em-saude-mental</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/sus-lei-garante-atendimento-a-criancas-e-adolescentes-em-saude-mental</guid>
<description>Nova norma, publicada no Diário Oficial da União, inclui no ECA acesso integral e gratuito</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/sus-lei-garante-atendimento-a-criancas-e-adolescentes-em-saude-mental.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>Crianças e adolescentes passam a ter garantido, por lei, o acesso a programas de saúde mental no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida está prevista na Lei nº 15.413, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).</p>

<p>A nova legislação, publicada no Diário Oficial da União, inclui no ECA dispositivo específico que assegura a oferta de ações de prevenção e tratamento de agravos à saúde mental voltadas ao público infantojuvenil.</p>

<p>O atendimento deverá abranger desde a atenção psicossocial básica e especializada até serviços de urgência, emergência e internação hospitalar.</p>

<p>O texto também determina que os profissionais envolvidos recebam formação específica e contínua, com foco na identificação de sinais de risco e no acompanhamento adequado dos pacientes.</p>

<p>Outro ponto da lei é a garantia de acesso gratuito ou subsidiado a recursos terapêuticos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade que estejam em tratamento. O atendimento deverá seguir linhas de cuidado adaptadas às necessidades específicas desse público.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:43:03 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão ouvirá Alexandre Padilha sobre prioridades do Ministério da Saúde</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-ouvira-alexandre-padilha-sobre-prioridades-do-ministerio-da-saude</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-ouvira-alexandre-padilha-sobre-prioridades-do-ministerio-da-saude</guid>
<description>Informações: Agência Câmara Notícias</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/comissao-ouvira-alexandre-padilha-sobre-prioridades-do-ministerio-da-saude.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275397" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275397">
<div class="midia-creditos">Renato Araújo/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Alexandre Padilha, ministro da Saúde</div>
</div>
<p data-start="86" data-end="258">A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados recebe na quarta-feira (27) o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para debater as ações e prioridades da pasta para 2026.</p>
<p data-start="260" data-end="308">A reunião será realizada às 9h30, no plenário 2.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82175">Veja quem foi convidado</a>

<p data-start="388" data-end="566">O debate atende a pedidos dos deputados Geraldo Resende (União-MS), Rafael Simões (União-MG), Rosangela Moro (União-SP), Giovani Cherini (PL-RS) e Dr. Frederico (PL-MG).</p>
<p data-start="725" data-end="1120">Entre os temas que deverão ser abordados estão:</p>

os critérios para distribuição de recursos federais da saúde;
a transparência na aplicação das verbas públicas;
o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS);
a execução do Programa Agora Tem Especialista; e
a participação de organizações da sociedade civil na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

<p data-start="1122" data-end="1318">"A presença do ministro permitirá um diálogo direto com os parlamentares, proporcionando esclarecimentos sobre programas em andamento, verbas disponíveis e prioridades da pasta, garantindo maior transparência na gestão pública", afirma Geraldo Resende.</p>
]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Fri, 22 May 2026 09:42:57 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão debate criação de política voltada para a saude mental em contextos de desastres climáticos</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-debate-criacao-de-politica-voltada-para-a-saude-mental-em-contextos-de-desastres-climaticos</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-debate-criacao-de-politica-voltada-para-a-saude-mental-em-contextos-de-desastres-climaticos</guid>
<description>Informações: Agência Câmara Notícias</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/comissao-debate-criacao-de-politica-voltada-para-a-saude-mental-em-contextos-de-desastres-climaticos.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1138203" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1138203">
<div class="midia-creditos">Bruno Peres/Agência Brasil</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Mudanças climáticas tem impacto na saúde mental</div>
</div>
<p data-start="61" data-end="292">A Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (26), audiência pública para discutir a criação da Política Nacional de Saúde Mental Climática prevista no Projeto de Lei 6151/25.</p>
<p data-start="294" data-end="349">O debate será realizado às 9h30, no plenário 5.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/82069">Veja quem foi convidado para o debate</a>

<p data-start="429" data-end="767">O debate atende a pedido do deputado Gilson Daniel (Pode-ES), que é o relator da proposta no colegiado.</p>
<p data-start="429" data-end="767">No requerimento que pede o debate, o parlamentar explica que a intensificação de eventos climáticos extremos no Brasil, como enchentes, deslizamentos, secas prolongadas e tempestades severas, tem provocado impactos não apenas na infraestrutura e na economia, mas também na saúde mental das populações atingidas.</p>
<p data-start="769" data-end="998">"Nesse contexto, o Projeto de Lei 6151/25 propõe a construção
de uma política pública estruturada, voltada à promoção, prevenção e cuidado
em saúde mental em situações de desastres, com enfoque na reconstrução
social e comunitária dos territórios afetados", afirma.</p>
]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Fri, 22 May 2026 08:44:02 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Especialistas alertam para vício em jogos entre idosos e pedem regulação de publicidade das bets</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/especialistas-alertam-para-vicio-em-jogos-entre-idosos-e-pedem-regulacao-de-publicidade-das-bets</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/especialistas-alertam-para-vicio-em-jogos-entre-idosos-e-pedem-regulacao-de-publicidade-das-bets</guid>
<description>Duas comissões da Câmara debateram o assunto</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/especialistas-alertam-para-vicio-em-jogos-entre-idosos-e-pedem-regulacao-de-publicidade-das-bets.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275333" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275333">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Luiz Couto: PL 466/24 cria regras para proteger as pessoas idosas contra o vício</div>
</div>
<p>Participantes de audiência pública realizada nesta quarta-feira (20) por duas comissões da Câmara alertaram para o crescimento da ludopatia — o vício em jogos — entre idosos e a necessidade de regulação urgente da publicidade das plataformas.</p>
<p>O avanço das plataformas de apostas online, conhecidas como bets, está gerando graves impactos financeiros, sociais e de saúde pública para a população idosa no Brasil. O alerta foi feito por especialistas e representantes do governo federal durante audiência pública conjunta das comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial e de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O debate atendeu a requerimentos de autoria de diversos parlamentares, entre eles o deputado Luiz Couto (PT-PB). Durante a reunião, participantes apontaram que a facilidade do Pix e o acesso digital direto às contas de aposentadoria têm facilitado o superendividamento desse público.</p>
<p>Luiz Couto destacou que os alertas servem de subsídio para a análise de projeto de sua autoria voltado a resguardar a dignidade financeira dos idosos.</p>
<p>"Nós temos aí o <a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1145313-projeto-cria-rede-de-protecao-para-idosos-contra-praticas-abusivas-em-jogos-de-azar">Projeto de Lei 4466/24</a>, que estabelece regras para proteger as pessoas idosas contra o vício de apostas, que muito acontece e os deixa sem nada", afirmou o parlamentar.</p>
<p>Segundo ele, a análise do projeto na Comissão de Direitos Humanos reforça a proteção contra a perda de direitos essenciais.</p>
<p>"São direitos humanos que muitas vezes são retirados das pessoas idosas", pontuou.</p>
<div id="image-container-1275331" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275331">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Thaíssa Faria: vício em jogos está  ligado ao superendividamento</div>
</div>
<p>Superendividamento
A defensora pública federal Thaíssa Assunção de Faria, integrante do grupo de trabalho de atendimento à pessoa idosa e à pessoa com deficiência da Defensoria Pública da União (DPU), explicou que a ludopatia é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um transtorno mental. O vício atua no sistema de recompensa do cérebro por meio da liberação de dopamina.</p>
<p>"O vício em apostas online já é considerado o terceiro maior vício do país, atrás apenas do tabagismo e do alcoolismo", alertou a defensora. Ela explicou que o problema está diretamente ligado ao fenômeno do superendividamento, que retira o "mínimo existencial" dos cidadãos.</p>
<p>De acordo com Thaíssa, as empresas enxergam as pessoas idosas como um público-alvo valioso devido à garantia da renda fixa de aposentadorias ou do Benefício de Prestação Continuada (BPC), o que facilita a obtenção de empréstimos consignados abusivos para cobrir as perdas nos jogos.</p>
<p>"Não estamos falando de dinheiro de sobra. Estamos falando de desvios de recursos vitais originariamente destinados para medicamentos, alimentação e moradia", criticou a defensora.</p>
<p>Ela acrescentou que o sentimento de vergonha pelo colapso financeiro faz com que as vítimas escondam o vício, agravando quadros de ansiedade severa e depressão.</p>
<p>Violência patrimonial silenciosa
A coordenadora-geral de política do direito da pessoa idosa em situação de vulnerabilidade e discriminação múltipla do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Paula Érica Batista, caracterizou a atuação das bets sobre esse público como uma forma de violência patrimonial e financeira (veja no infográfico abaixo).</p>
<p>"As bets trazem uma perspectiva muito violenta e muito silenciosa, porque adentram um universo tecnológico que muitas vezes as políticas públicas não conseguem acessar", explicou a coordenadora.</p>
<p>Ela apresentou dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos que registrou, de janeiro a maio de 2026, 17.690 denúncias de violência patrimonial e financeira contra pessoas idosas de 60 a 90 anos, resultando em 17.880 violações.</p>
<p>Como resposta, Paula Érica destacou as ações do programa federal Viva Mais Cidadania Digital. O projeto promove o letramento digital e a educação midiática em territórios vulneráveis para ensinar idosos a identificar riscos, golpes e o funcionamento dessas plataformas. O ministério também disponibiliza em seu site oficial uma cartilha de orientação e enfrentamento à violência financeira.</p>
<div id="image-container-1275336" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275336">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Paula Batista: atuação das bets sobre idosos é violência patrimonial e financeira</div>
</div>
<p>Estratégias de proteção social
Representando o Ministério do Desenvolvimento Social, a especialista em envelhecimento Daniela Jinkings defendeu que o problema não pode ser tratado como uma escolha individual, mas sim como uma questão intersetorial de proteção social.</p>
<p>Ela sugeriu quatro frentes principais de atuação pública:</p>

fortalecer os mecanismos regulatórios sobre a publicidade agressiva das bets, que associa os jogos ao sucesso financeiro e à felicidade;
desenvolver estratégias de educação financeira e digital com linguagem adaptada;
capacitar profissionais do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e do Sistema Único de Saúde (SUS) para identificar os sinais do uso problemático de jogos nos atendimentos territoriais (como nos Cras, Creas e UBS); e
fortalecer políticas de convivência comunitária para combater a solidão e o isolamento social, fatores que aumentam a busca pelas plataformas.

<p>"Muitas vezes, o que começa como entretenimento evolui para o endividamento. As plataformas vendem a ilusão de pertencimento, de diversão e de ganho fácil", alertou Daniela.</p>
<p>Ações na saúde pública
O coordenador-geral da Rede de Atenção Psicossocial do Ministério da Saúde, Bruno Ferrari, apontou que o Brasil vive as consequências de um hiato regulatório de cinco anos, período entre a legalização das apostas (em 2018) e a primeira regulamentação (em 2023), no qual o mercado de marketing expandiu-se sem restrições. Ele informou que o ministério passou a tratar o tema formalmente como um problema de saúde pública.</p>
<p>Bruno destacou dados do Ministério da Saúde: das pessoas que buscam atendimento nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) por problemas relacionados a jogos, cerca de 4% são pessoas idosas. Já nos serviços de urgência, emergência ou internações hospitalares decorrentes do vício, essa população representa cerca de 7% dos casos.</p>
<p>Como resposta pública, o coordenador destacou a criação de uma linha de cuidado específica e o lançamento de um guia de orientação para trabalhadores da saúde. Além disso, informou que a plataforma centralizada de autoexclusão das plataformas de apostas registrou quase 220 mil adesões em seus primeiros 40 dias de funcionamento, direcionando os usuários que desejam suporte para o atendimento digital de telessaúde integrada ao SUS.</p>
<p> </p>
<div id="infografico-container-1145294" style="width: 100%;"></div>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 20:43:27 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Deputados pedem mobilização para garantir que escala 6x1 seja extinta ainda neste ano</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/deputados-pedem-mobilizacao-para-garantir-que-escala-6x1-seja-extinta-ainda-neste-ano</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/deputados-pedem-mobilizacao-para-garantir-que-escala-6x1-seja-extinta-ainda-neste-ano</guid>
<description>Assunto foi debatido na Assembleia Legislativa de Minas Gerais nesta quinta, dentro do projeto Câmara pelo Brasil</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/deputados-pedem-mobilizacao-para-garantir-que-escala-6x1-seja-extinta-ainda-neste-ano.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275285" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275285">
<div class="midia-creditos">Alessandra Torres / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Deputados e ministros fizeram debate em Belo Horizonte (MG)</div>
</div>
<p>Ministros e integrantes da comissão especial que analisa o fim da escala de trabalho 6x1 na Câmara dos Deputados garantiram que o projeto deverá ser votado até quinta-feira, dia 27. O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA) adiantou que entregará o texto na segunda-feira, e o autor da proposta, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), assegurou que há acordo para a votação.</p>
<p>“Nós fizemos acordo: redução para 40 horas, dois dias de descanso sem redução do salário e valorização da convenção coletiva, porque eu tenho certeza que nós vamos empoderar os sindicatos”, disse Lopes.</p>
<p>Ele apresentou a proposta em 2019. "Nada justifica que o trabalhador não tenha dois dias de folga na semana em pleno século XXI." Ele citou ainda estudos que mostram que os empregados que trabalham na escala 6x1 são aqueles que ganham menos.</p>
<p>“Os estudos do Ipea e do Dieese comprovam: quem trabalha 44 horas [semanais] tem a mesma escolaridade, tá ocupando a mesma função e ganha R$ 31.500 a menos.”</p>
<p>Lopes afirmou ainda que dois terços dos trabalhadores brasileiros já estão na escala 5x2, com duas folgas semanais.</p>
<p>Segundo o ministro do Trabalho e do Emprego, Luiz Marinho, as empresas “mais inteligentes” decidiram testar o fim da jornada semanal de seis dias, porque tinham vagas e não conseguiam preencher devido à escala de trabalho.</p>
<p>“Tem um empresário que resolveu testar o fim da escala 6x1 porque ele queria comprovar a convicção contrária ao fim da escala 6x1, veja só a ironia. Só que deu tanto resultado que ele diminuiu drasticamente as faltas existentes, preencheu as vagas abertas que não conseguia preencher na escala 6x1, aí ele resolveu dar o braço a torcer e implantou a 5x2 em todas as suas unidades”, contou.</p>
<p>Pontos inegociáveis
O relator Leo Prates assegurou que alguns pontos são inegociáveis. Dentre eles, a redução da jornada de 44 para 40 horas por semana sem corte salarial, assim como dois dias de folga semanais e o fortalecimento da negociação coletiva. Para garantir a aprovação da proposta, no entanto, o parlamentar pediu mobilização dos trabalhadores.</p>
<p>“Nós temos que saber o nosso tamanho, na maioria das matérias em que houve divergência muito dura, nós tivemos, em média, 114 votos, nós precisamos chegar a 308. O que é que nós precisamos? Que os movimentos estejam mobilizados, que nós tenhamos que ceder o mínimo possível.”</p>
<p>O debate sobre o fim da escala 6x1 ocorreu na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, como parte do projeto Câmara pelo Brasil.</p>
<p> </p>
<div id="infografico-container-1256553" style="width: 100%;"></div>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:41:47 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Inca faz campanha para ampliar ajuda a pacientes vulneráveis</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/inca-faz-campanha-para-ampliar-ajuda-a-pacientes-vulneraveis</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/inca-faz-campanha-para-ampliar-ajuda-a-pacientes-vulneraveis</guid>
<description>Programa Nutrir arrecada doações para garantir alimentação saudável a esses pacientes.</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/inca-faz-campanha-para-ampliar-ajuda-a-pacientes-vulneraveis.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>O INCAvoluntário, área de ações sociais do Instituto Nacional do Câncer (Inca), está convocando doadores para contribuir com o Programa Nutrir, que ajuda os pacientes em situação de vulnerabilidade social a manterem uma alimentação saudável.</p>

<p>O Inca é referência nacional em tratamento oncológico e, apesar de suas quatro unidades ficarem no Rio de Janeiro, atende pacientes de diversas regiões do país, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>

<p>Durante o período de internação no hospital, esses pacientes e seus acompanhantes recebem assistência integral. No entanto, ao retornarem para casa, muitos não conseguem manter uma alimentação adequada ou adquirir os alimentos especiais recomendados, explica a gerente-geral do INCAvoluntário, Fernanda Vieira.</p>

<p>Por isso, o Programa Nutrir distribui para as famílias vulneráveis um cartão alimentação, que pode ser usado em mercados, hortifrutis e outros estabelecimentos do tipo, com um valor mensal de R$ 150, pago por até 15 meses.</p>


<p>"O tratamento continua, o paciente continua vindo ao Inca para consultas, exames e acompanhamento, e uma alimentação adequada contribui para a melhora da qualidade de vida. Com o cartão, ele pode comprar alimentos frescos, como frutas, legumes e verduras que contribuem para a recuperação da saúde", explica Fernanda.</p>


<p>Outros pacientes recebem uma bolsa de alimentos, com itens como arroz, feijão, macarrão, aveia e leite em pó. "É uma ajuda que parece simples, mas, para quem está em tratamento, faz toda a diferença. Apoia não só o paciente, mas também a família e traz mais dignidade para quem já está passando por um momento delicado", complementa a gerente-geral do INCAvoluntário.</p>

<p>>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>

<p>Somente no primeiro trimestre desde ano, o projeto já beneficiou 1.758 pacientes adultos e 99 crianças. Em 2025, as recargas no cartão-alimentação somaram quase R$ 1,4 milhão, e cerca de 2 mil bolsas de alimentos foram entregues.</p>

<p>Uma das beneficiadas é Rosana de Oliveira, mãe de Rafaela, de 14 anos, paciente do Inca há um ano e três meses. "Com o tratamento fica muito difícil trabalhar, por isso quero agradecer bastante a quem já contribui. Talvez essa pessoa nem tenha noção do bem que está fazendo. Recebemos lá pelo dia 20 e, como a gente já não tem mais quase dinheiro nessa época do mês, conseguimos repor itens de mais necessidade, como carne, frutas e legumes", conta Rosana.</p>

<p>Para aumentar o alcance este ano, foi lançada a campanha Alimente a Esperança, que está recebendo doações, via pix ou cartão de crédito, até o dia 28 de maio. As informações estão disponíveis no Instagram do INCAvoluntário.</p>

<p>Apesar de o INCAvoluntário ser ligado ao hospital, as ações da área são realizadas por voluntários e totalmente custeadas por doações. Além de alimentos, o projeto também concede auxílio-transporte e distribui brinquedos e brindes em datas especiais, como Natal e Dia das Mães.</p>

<p>Os voluntários também realizam atividades nos hospitais, como musicoterapia e palhaçaria.</p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 18:41:44 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova aumento de pena para agressões no rosto e partes íntimas de mulheres</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-agressoes-no-rosto-e-partes-intimas-de-mulheres</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-agressoes-no-rosto-e-partes-intimas-de-mulheres</guid>
<description>Proposta segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/comissao-aprova-aumento-de-pena-para-agressoes-no-rosto-e-partes-intimas-de-mulheres.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275231" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275231">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Célia Xakriabá, relatora da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que torna mais rigorosa a punição para quem agredir intencionalmente mulheres com o objetivo de causar lesões, mutilações ou traumas no rosto e em outras partes do corpo.</p>
<p>O texto altera o <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-2848-7-dezembro-1940-412868-norma-pe.html">Código Penal</a> para incluir esses ataques como agravantes de pena — situações que aumentam a condenação — em crimes dolosos (com intenção) praticados contra a mulher em razão de sua condição de mulher.</p>
<p>A comissão aprovou o Projeto de Lei 5110/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), com emenda da relatora, deputada Célia Xakriabá (Psol-MG). A emenda detalha que o agravante vale para crimes praticados em razão da condição de mulher.</p>
<p>A nova redação foca em condutas que buscam desfigurar, mutilar ou estigmatizar o rosto, a cabeça e áreas do corpo ligadas à integridade sexual ou à identidade física da vítima.</p>
<p>A autora argumenta que a medida se justifica pelo impacto simbólico dessas agressões, que buscam atingir a autoestima e a dignidade feminina. Dados citados na justificativa apontam que cerca de 80% das mulheres vítimas de violência doméstica apresentam lesões no rosto. O texto destaca que o corpo de mulheres indígenas ou trans é frequentemente alvo de mutilações como ferramenta de dominação e ódio.</p>
<p>A relatora disse que a mudança manifesta o repúdio do Estado a comportamentos misóginos e cruéis. “Ao incluir tais condutas como circunstâncias agravantes, a Casa sinaliza à sociedade a urgência de superar práticas que atentam contra a dignidade das mulheres, reafirmando o dever do Estado de garantir proteção e justiça”, afirmou Célia Xakriabá.</p>
<p>Próximas etapas
A proposta será ainda analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e depois pelo Plenário.</p>
<p>Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:43:57 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Municípios inadimplentes poderão receber recursos federais</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/municipios-inadimplentes-poderao-receber-recursos-federais</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/municipios-inadimplentes-poderao-receber-recursos-federais</guid>
<description>Dentre os vetos, um deles permite que municípios com até 65 mil habitantes inadimplentes com a União possam realizar convênios e receber recursos federais.</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/municipios-inadimplentes-poderao-receber-recursos-federais.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (21), vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a quatro dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Um deles permite que municípios com até 65 mil habitantes inadimplentes com a União possam realizar convênios e receber recursos federais.</p>

<p>Com a derrubada dos vetos, os dispositivos da lei passam a ser válidos e os textos seguem para promulgação.</p>

<p>O trecho que entrará em vigor estabelece que esses municípios não dependem de adimplência fiscal para a emissão de nota de empenho, a realização das transferências de recursos e a assinatura de convênios, bem como a doação de bens, materiais e insumos.</p>

<p>Na justificativa do veto, o presidente Lula argumentou que a obrigatoriedade de adimplência fiscal e financeira para a celebração de transferências voluntárias está estabelecida na Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000), a qual define normas de finanças públicas destinadas à responsabilidade na gestão fiscal, com amparo no Artigo 163 da Constituição Federal.</p>

<p>Assim, não caberia à LDO, como lei ordinária de caráter temporário, afastar a aplicabilidade de lei complementar.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>

<p>Além disso, segundo o governo federal, todas as possíveis exceções à inadimplência, referentes a ações de educação, saúde, assistência social, emendas parlamentares individuais e de bancada, já estão contempladas na legislação.</p>

<p>A mensagem de veto lembra ainda que a dispensa de adimplência para receber transferências voluntárias viola outro trecho da Constituição (Artigo 195, parágrafo 3º), que proíbe o Poder Público de beneficiar aqueles que devem à Seguridade Social.</p>

<p>Com a decisão do Congresso Nacional, a expectativa é que pelo menos 3,1 mil municípios sejam beneficiados.</p>

<h2>Vetos derrubados</h2>

<p>Outros dois trechos da LDO que serão promulgados estabelecem que a União destine recursos orçamentários para a construção e a manutenção de rodovias estaduais e municipais, para integrar transportes e escoar a produção, e para a malha hidroviária brasileira, mesmo que não sejam de competência federal.</p>

<p>Ao justificar o veto, a Presidência argumentou que isso amplia de forma significativa as exceções à competência da União, o que poderia descaracterizar a finalidade dos programas e ações orçamentárias, contrariando os princípios da especialização e da vinculação da despesa. Mas dispositivos semelhantes existem desde a LDO de 2008.</p>

<p>Também foi derrubado o veto ao dispositivo que permite a doação de bens, valores ou benefícios pela administração pública em período eleitoral. Para o Executivo, o tema não está incluído entre as competências da Lei de Diretrizes Orçamentárias e a medida cria exceção à norma de direito eleitoral.</p>

<p>O líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) explicou que o Executivo concordou com a derrubada desses quatro vetos para atender os pequenos municípios. Por outro lado, ele declarou que o governo defendia a manutenção do defeso eleitoral na questão das doações, período em que a lei restringe ações do poder público para evitar uso da máquina pública nas eleições.</p>

<p>Ao todo, a Presidência da República vetou 44 dispositivos da LDO de 2026. O Congresso Nacional ainda precisa analisar outros 40 vetos.</p>

<p>*Com informações da Agência Senado</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:43:54 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Arrecadação federal bate recorde e supera R$ 278 bilhões em abril</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/arrecadacao-federal-bate-recorde-e-supera-r-278-bilhoes-em-abril</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/arrecadacao-federal-bate-recorde-e-supera-r-278-bilhoes-em-abril</guid>
<description>Desempenho positivo da arrecadação foi impulsionado principalmente pelo aumento da arrecadação previdenciária, relacionado ao aumento do trabalho formal.</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/arrecadacao-federal-bate-recorde-e-supera-r-278-bilhoes-em-abril.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>Impulsionado pelo crescimento da economia e pela alta do petróleo, o governo federal arrecadou R$ 278,8 bilhões em impostos, contribuições e demais receitas em abril. É o melhor resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1995.</p>

<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21) pela Receita Federal e mostram crescimento real de 7,82% em relação a abril de 2025, descontada a inflação.</p>

<p>No acumulado de janeiro a abril, a arrecadação chegou a R$ 1,05 trilhão, alta real de 5,41% na comparação com o mesmo período do ano passado. Também é o maior valor já registrado para um primeiro quadrimestre desde o início da série histórica.</p>

<p>Principais números:</p>

<ul>
	<li>   Arrecadação em abril: R$ 278,8 bilhões (7,82% acima da inflação);</li>
	<li>   Arrecadação no ano: R$ 1,05 trilhão (5,41% acima da inflação);</li>
	<li>   IRPJ e CSLL: R$ 64,8 bilhões (7,73%);</li>
	<li>   Receita previdenciária: R$ 62,7 bilhões (4,83%);</li>
	<li>   IR sobre rendimentos de capital: R$ 13,2 bilhões (25,45%);</li>
	<li>   Alta da arrecadação do petróleo e gás: R$ 11,4 bilhões (541% em abril).</li>
</ul>

<h2>O que puxou</h2>

<p>Segundo a Receita Federal, o desempenho foi impulsionado principalmente pelo aumento da arrecadação previdenciária, relacionado ao aumento do trabalho formal.</p>

<p>O crescimento também foi motivado pelo Programa de Integração Social (PIS) e pela Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), ligados ao consumo.</p>

<p>Também contribuíram para a alta o Imposto de Renda sobre aplicações financeiras, reformulado no ano passado, e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cujas alíquotas sobre operações cambiais aumentaram em 2025.</p>

<p>Outro fator importante foi a reoneração gradual da folha de pagamentos de alguns setores e da contribuição patronal dos municípios, retomada desde janeiro de 2025.</p>

<p>A arrecadação com Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) somou R$ 64,8 bilhões em abril, com crescimento real de 7,73%.</p>

<p>De acordo com a Receita, houve aumento na tributação de empresas enquadradas em diferentes regimes, como estimativa mensal, lucro presumido e balanço trimestral.</p>

<p>O avanço indica que as empresas tiveram maior lucro tributável e ampliaram o recolhimento de impostos federais.</p>

<h2>Previdência Social</h2>

<p>A receita previdenciária arrecadou R$ 62,7 bilhões em abril, crescimento real de 4,83%.</p>

<p>O resultado foi influenciado pelo aumento da massa salarial do país, que cresceu 3,61% em março na comparação anual. Também houve expansão de 9,18% na arrecadação previdenciária ligada ao Simples Nacional.</p>

<p>Na prática, mais empregos formais e salários maiores aumentam automaticamente a contribuição recolhida ao INSS.</p>

<h2>Investimentos</h2>

<p>O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre rendimentos de capital arrecadou R$ 13,2 bilhões, com crescimento real de 25,45%.</p>

<p>A Receita atribui o resultado ao aumento da tributação sobre aplicações de renda fixa e ao salto na arrecadação com Juros sobre Capital Próprio (JCP), mecanismo usado por empresas para remunerar os acionistas.</p>

<p>A cobrança sobre JCP cresceu 94,74% em relação ao mesmo mês do ano passado.</p>

<h2>Petróleo</h2>

<p>Um dos maiores destaques veio do setor de petróleo e gás natural.</p>

<p>A arrecadação ligada aos tributos e aos royalties de exploração do setor disparou 541% em abril, alcançando R$ 11,4 bilhões. No acumulado do ano, a alta chega a 264%, com receitas de R$ 40,2 bilhões.</p>

<p>O crescimento foi provocado principalmente pela forte valorização internacional do petróleo em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio e à guerra envolvendo o Irã.</p>

<p>Com o barril mais caro, empresas do setor lucram mais, recolhendo mais impostos e royalties ao governo.</p>]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 17:43:50 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Câmara analisa projeto que proíbe sigilo em gastos públicos com viagens de autoridades; acompanhe</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/camara-analisa-projeto-que-proibe-sigilo-em-gastos-publicos-com-viagens-de-autoridades-acompanhe</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/camara-analisa-projeto-que-proibe-sigilo-em-gastos-publicos-com-viagens-de-autoridades-acompanhe</guid>
<description>Informações: Agência Câmara Notícias</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/camara-analisa-projeto-que-proibe-sigilo-em-gastos-publicos-com-viagens-de-autoridades-acompanhe.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1275199" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1275199">
<div class="midia-creditos">Bruno Spada / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Sessão Deliberativa do Plenário da Câmara</div>
</div>
<p>A Câmara dos Deputados analisa agora o Projeto de Lei 3240/25, dos deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e Marcel Van Hattem (Novo-RS), que impede a classificação como sigilosas de informações sobre despesas de custeio, como diárias e passagens.</p>
<p>Segundo o substitutivo do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), não poderá haver sigilo também de despesas de representação, alimentação, hospedagem, aquisição de bem, de locomoção e aquela paga por meio de cartão corporativo (suprimento de fundos).</p>
<p>Mais informações a seguir</p>

<a href="https://www.youtube.com/live/-WPYJpZ6ofw?si=z97oxlMxkcK0XZ22">Assista ao vivo</a>

]]></content:encoded>
<category>Ass. Legislativa do Paraná</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:42:09 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Alistamento Militar de 2026 termina em 30 de junho</title>
<link>https://www.meuparananews.com.br/noticia/alistamento-militar-de-2026-termina-em-30-de-junho</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.meuparananews.com.br/noticia/alistamento-militar-de-2026-termina-em-30-de-junho</guid>
<description>Procedimento é obrigatório para homens e voluntário para mulheres que desejarem ingressar nas Forças Armadas.</description>
<media:content url="https://www.meuparananews.com.br/uploads/images/2026/05/alistamento-militar-de-2026-termina-em-30-de-junho.jpg" medium="image"/>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens que completam 18 anos em 2026 têm até o dia 30 de junho para fazerem o alistamento militar. O procedimento é obrigatório para os brasileiros do sexo masculino e voluntário para as mulheres que desejarem ingressar nas Forças Armadas. </p>

<p>A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo site alistamento.eb.mil.br ou presencialmente na Junta de Serviço Militar mais próxima. Veja endereços aqui. </p>

<p>A expectativa do Comando Militar do Planalto é que mais de 1 milhão de jovens em todo o país se candidatem este ano. </p>

<h2>Quem deve se alistar</h2>

<p>Todos os jovens do sexo masculino nascidos em 2008 que completam 18 anos ao longo de 2026. Para o sexo feminino, o alistamento é voluntário e segue o mesmo prazo, até 30 de junho. As jovens também devem completar 18 anos em 2026.</p>

<h2>Como se alistar</h2>

<p>É necessário ter cadastro na plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br. Se não tiver acesso à internet ou preferir fazer o alistamento presencialmente, o interessado deve se dirigir à Junta de Serviço Militar (JSM) mais próxima de sua residência, com os seguintes documentos:</p>


	<li>certidão de nascimento ou casamento;</li>
	<li>carteira de identidade ou Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);</li>
	<li>comprovante de residência recente.</li>
	<li> </li>


<h2>Consequências</h2>

<p>O prazo se encerra em 30 de junho. Os homens que ainda não tiverem se alistado até essa data, precisarão pagar multa para regularizar a situação militar. Quem não fizer o procedimento, enfrentará restrições para:</p>

<ul>
	<li>obter passaporte;</li>
	<li>assumir cargos públicos;</li>
	<li>matricular-se em instituições de ensino;</li>
	<li>participar de concursos públicos; </li>
	<li>receber benefícios sociais</li>
</ul>

<p>No caso das mulheres, o alistamento é voluntário e somente poderá ocorrer dentro do prazo estabelecido. Após 30 de junho, não será mais possível se candidatar para o processo seletivo.</p>

<h2>Formação profissional e oportunidades </h2>

<p>Durante a prestação do serviço militar, os jovens são orientados a lidar com disciplina, liderança e responsabilidade e podem participar do Projeto Soldado-Cidadão. O programa oferece cursos de capacitação em diversas áreas e ampliam as chances de inserção no mercado de trabalho ao término do serviço militar. </p>

<h2>Previsão legal</h2>

<p>O Serviço Militar Inicial está previsto na Constituição e regulamentado pela Lei do Serviço Militar, que dispõe sobre o Serviço Militar no Brasil e estabelece as normas para o alistamento e a prestação do serviço às Forças Armadas.</p>

<h2>Próximas fases</h2>

<p>O alistamento é apenas a primeira etapa. Após o alistamento, o cidadão receberá o Certificado de Alistamento Militar (CAM) e deverá consultar o site periodicamente para saber se foi dispensado ou se deve comparecer à etapa de seleção geral, no segundo semestre de 2026.</p>

<p>Aqueles que não foram dispensados ou dispensadas de imediato serão convocados para exames médicos e odontológicos; testes de aptidão física e entrevistas sobre suas habilidades e interesse em servir.</p>

<p>Caso seja dispensado por excesso de contingente ou more em município que não contribui com pessoal para o serviço militar inicial obrigatório, a pessoa deverá participar da cerimônia de juramento à bandeira para receber o Certificado de Dispensa de Incorporação (CDI).</p>

<p>Os demais não dispensados passarão ainda pelas etapas seguintes de: designação, seleção complementar e incorporação ou matrícula em uma das três Forças Armadas (Exército, Marinha ou Aeronáutica).</p>

<p>O serviço militar terá início em 2027, com duração de um ano.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Lucas Souza</dc:creator>
<pubDate>Thu, 21 May 2026 16:42:08 -0300</pubDate>
</item>
</channel>
</rss>